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Mulheres e rubro-negras ::
Ser
mulher é ser Vitória!
Rubro-negro
reúne torcedoras fanáticas que deixam qualquer marmanjo no
chinelo
O
Dia Internacional da Mulher, comemorado no sábado, 8 de março,
é muito mais que uma simples homenagem. Representa o marco de
uma luta.
Independente
de ter origem na homenagem a grevistas nova-iorquinas
que, em 1857, teriam sido queimadas e mortas dentro de uma
fábrica ou no movimento socialista de mulheres russas de 1917,
o importante é que reflete a superação de um
obstáculo: o preconceito.
Seja
em relação às
reservas de mercados historicamente dominados por homens, numa tentativa de reduzir a mulher
ao "sexo frágil", ou em outros setores da sociedade,
como o esporte, principal tema tratado por nossa Revista
Eletrônica Barradão On Line.
Rugido
de leoas
"Mulher
não entende de futebol". Mais clichê impossível. "Não tem
capacidade para jogar, comentar ou apitar as partidas. Não sabe o que é
impedimento. Não tem idéia de quem seja o
lateral direito do time"...
Histórias
como as de Chenia
Dantas, Thaís
Caldas e Silvinha
Fantástica mostram justamente o contrário. São três rubro-negras que colocam qualquer
torcedor do Leão no chinelo.
Ir
ao Barradão ainda com os pontos de uma cirurgia, fugir de casa
para ver o Vitória, comprar tudo sobre o clube do coração, fazer parte de grupos de discussão,
se aventurar nas estradas de outros estados para acompanhar o
rubro-negro...
Seriam
peripécias de um filho homem e fanático por futebol? Então
dá um olhadinha nos links abaixo e conheça essas
histórias...
Carisma
Como
esquecer a participação das musas Ivete Sangalo e Daniela
Mercury que, ao lado de outras rubro-negras e rubro-negros
famosos, escrevem o nome do clube no cenário artístico
nacional?
E
como
também não lembrar da saudosa Irmã
Esperança? Freira e torcedora carismática do Vitória que, antes de
nos deixar, levou fé e esperança aos rubro-negros que freqüentavam
a Fonte Nova em meados dos anos 80 e 90.
Também
não se fala em Vitória sem lembrar de Rosicleide
Aquino, torcedora símbolo do Leão, e de Larissa
Dantas, torcedora ferrenha, comentarista do CanalECVitória
e vice-presidente da Associação
Vitória Forte.
Assim
são elas, como
tantas outras rubro-negras, anônimas ou não, que ajudaram a construir
ou continuam
fazendo parte da história deste clube centenário.
Confira:
»Nada
de repouso, eu quero ver o Leão!
»De
chaveiro a camisa, ela quer tudo do Vitória!
»Uma
rubro-negra no Rockgol de Domingo
Leia
Também:
»Rubro-Negras
fazendo a história do Vitória
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