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Copa do Brasil, agora, só em 2010
Cesar
Senna
Olá, galera rubro-negra! É isso
mesmo! Copa do Brasil para o Leão, somente em 2010. Fazendo uma
analogia ao boxe, o golpe nos rins no jogo do Rio de janeiro
deixou o nosso time fragilizado, sentimos o golpe. É claro, se
há um sopro de vida, há esperança. Esse sopro de vida foi
justamente o jogo de volta aqui, no Barradão.
Começamos o jogo muito bem.
Fizemos um gol aos 2 minutos de jogo, gol do Neto Baiano, e não
soubemos tirar vantagens dessa grande oportunidade. A meu ver,
deveríamos recuar o time e sair somente na boa, jogadas rápidas,
sem firulas, nem individualismo. Aliás, precisávamos de, pelo
menos, um gol a cada quinze minutos. Estávamos no lucro. E eis
que, num vacilo da zaga (não acompanhamos como deveríamos
acompanhar o ataque deles), tomamos um gol aos 4 minutos.
Convenhamos, assim não dá pra ser feliz!
Comentar as ações do Sr.
Carpeggiani (Prof. Pardal, o retorno), é malhar em ferro frio.
Eu não entendo. O cara tem um auxiliar do lado dele, o Ricardo
Silva, não é possível que ele não consulte o cara em relação à
escalação do time para jogos tão importantes. Consultar não é
demérito nenhum. Creio que isso não traria insegurança ao ego
dele. Pelo contrário, ele estaria sendo prudente em relação ao
time como um todo, como também, àqueles que o contrataram. A
vitória do Vitória e a ascensão da equipe estão acima de tudo
isso. Tratava-se de projeção nacional e o ganho de mais dinheiro
para o clube. Como diz os mais antigos; “... agora, Inês é
morta”.
Brasileirão
Como havia dito no artigo passado,
o Sport pagou o pato. Também não seria pra menos, precisávamos
vencer a qualquer custo e vencemos. Temporariamente liderávamos
o Brasileirão junto com o Internacional. Em seguida veio o jogo
do Cruzeiro, em Minas Gerais.
Partida crucial pra o Vitória,
para nos mantermos por mais um período na liderança, e o que se
viu? Uma caricatura de time. Mais uma vez teremos que acender
algumas velas para o “Santo Viáfara”. O Vitória não jogou nada.
No primeiro tempo, parecia que o Cruzeiro estava realizando um
jogo treino. O time tocava a bola, tinha liberdade de agir, o
Vitória não marcava bem, aliás, não marcava nada. Parecia que os
caras não estavam a fim de jogar naquela noite. Foi um
verdadeiro passeio cruzeirense.
No segundo tempo, melhoramos um
pouco com as alterações que ocorreram e só. Sabe qual foi a
minha sensação ao término daquele jogo de ontem? Estamos nus com
a mão no bolso.
Finalizando, tive o prazer e a
oportunidade de estar com todos ou quase todos da BOL no
aniversário de dois aninhos da lindíssima Maria Vitória, filha
do Niltinho Sampaio, quando pude rever esses amigos que há muito
não via. Família Sampaio, parabéns!
NEGÔ!,
NEGÔ!
Cesar
Senna
Administrador
e torcedor rubro-negro.
E-mail:
cesarsenna27@yahoo.com.br
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