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E.C.Vitória, time amigo II - O
retorno
César
Senna
Baseado
no meu último artigo,
vocês acham que foi uma premonição? Embora nesta rodada última,
o Galo mineiro não fizesse mais parte do grupo da degola, a
"mão amiga" prevaleceu no jogo Vitória 0x1 Atlético
Mineiro.
Acabamos
de dar mais um alento a times abaixo de nós que, agora, brigam
para ficar com nossa vaga na Sul-americana. O Galo merecia
ganhar esse jogo? Não, mas o ataque deles foi competente, jogou
para o time.
Coincidentemente,
o gol do Atlético foi uma mostra de senso de coletividade, sem
individualismo. Aquilo que venho falando em meus comentários há
algum tempo. O nosso ataque é o oposto. Pecamos por excesso de
individualismo e preciosismo nos momentos de finalizar para o
gol.
Jogamos
bem? Sim, mas não ganhamos uma partida crucial para as pretensões
do nosso clube. Vamos agora para momentos particulares, máximas
que somente ocorrem com o Leão; “...teremos
que engolir elefantes enquanto nos engasgamos com
mosquitos”.
Precisamos
de quatro pontos para nos garantirmos na Sul-americana. Jogamos
fora contra o Atlético (PR), enfrentamos, em casa, Grêmio e
Palmeiras e encerramos o Brasileiro diante do Vasco, fora de
casa. Quatro empates, uma vitória e um empate ou duas vitórias
para não precisarmos fazer contas.
O
Sr. Mancini, digo, Prof. Pardal continua fazendo de nosso time
seu campo de experiências. Diante do Atlético Mineiro iniciou
a partida com uma formação de ataque, inesperada. Os caras não
jogaram mal não, mas não cumpriram com o seu papel, o gol. E,
ainda por cima, Mancini se indispôs com a imprensa de rádio
(ele não gostou de ser chamado à responsabilidade pelo
resultado do jogo e se desentendeu com um repórter de uma rádio
de Salvador).
Nossa
diretoria está, nesse momento, numa “boca
de sino”. A quatro partidas de encerrar o campeonato, se
mandam o técnico embora corremos o risco de o time sentir e
amargarmos quatro derrotas com um prejuízo sem precedentes. Se
o deixam ficar teremos que sofrer com essas experiências até o
final.
Continuo
acreditando no poder de reação da nossa equipe. O
individualismo nas finalizações é o nosso maior erro.
Cesar
Senna
Administrador
e torcedor rubro-negro.
E-mail:
cesarsenna27@yahoo.com.br
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